Geração Y – pais Millennials.

Parece que está em alta falar sobre a geração Y, recentemente surgiu uma polêmica relacionada ao estilo de vida dessa geração que pode ser conhecida também como Millennials. Como irão impactar nas Escolas?

Após a leitura de alguns textos, a maioria produzidos por Millennials, começaram a surgir muitas questões direcionadas para as escolas, tais como: será que as escolas estão prestando atenção em como essa geração consome? A escola percebeu que o futuro da educação, em que os pais serão os Millenials (que não está tão distante assim) será diferente do modelo que temos na maioria das escolas hoje? A sua Escola está preparada para essa nova geração de pais?

São formados por grandes formadores de opiniões, com um jeito diferente de consumir, de fazer suas escolhas, de mostrar o que lhes agrada ou não, da forma como se comunicam vai impactar nas escolas, na escolha da educação de seus filhos. Será que o modelo que vemos hoje na maioria das escolas, vai ser o que eles querem para seus filhos?

A geração Y, diferente de seus pais, não quer acumular bens, ela quer trabalhar para ter sua liberdade, viver de emoção e provar novas sensações.O padrão que os pais  da geração Y tentaram impor de ir para uma boa universidade e ter uma nota boa no Enem, para ter um futuro cheio que conquistas  aquisições não será mais prioridade. Essa geração tem a intenção de criar seus filhos para serem pessoas felizes, livres e que possam ser o que quiserem.  Será que ao invés da escola ter excelência no Enem formar pessoas de bem, cidadãos, com valores e princípios será o futuro da educação? Como você imagina que serão as Escolas no futuro?

Sua Escola está preparada para os pais Millennials ?

Textos que inspiraram o pensamento:

De um lado: “ A geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão “O cenário é mais ou menos esse: amigo formado em comércio exterior que resolveu largar tudo para trabalhar num hostel em Morro de São Paulo, amigo com cargo fantástico em empresa multinacional que resolveu pedir as contas porque descobriu que só quer fazer hambúrguer, amiga advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante, solteira e andar de metrô fora do Brasil, amiga executiva de um grande grupo de empresas que ficou radiante por ser mandada embora dizendo “finalmente vou aprender a surfar”.  – Ruth Manus.

(http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/a-geracao-que-encontrou-o-sucesso-no-pedido-de-demissao/)

Do outro lado: “ A juventude que não pode largar tudo para viajar o mundo. ”

“Eu acho lindas as histórias da “geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão”, mas elas podem gerar um sentimento de depressão muito maior do que de inspiração” – Yasmin Gomes.

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O que os pais/responsáveis esperam da sua instituição?

Com o surgimento acelerado de novas tecnologias e o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, os pais vem procurando investir em uma boa educação para seus filhos. Então o grande desafio das escolas é atender às expectativas dos pais e conseguir maior engajamento dos alunos, ensinar também sobre autonomia, liberdade e responsabilidade e o impacto de suas ações positivas ou negativas, em construir e/ou reconstruir intervenções no espaço social.


As exigências da sociedade contemporânea fazem a escola adquirir nova formatação, aquela escola do passado, centrada na leitura e na escrita que preparava o aluno para o trabalho apenas, dá espaço para a escola ”nova”, pautada na educação cidadã que transforma o aluno em sujeito e prepara-o para o ”mundo do trabalho”, isso não significa que o objetivo da escola tenha mudado, pelo contrário, ela entende a necessidade de desenvolver todas as habilidades e/ou sentidos do homem enquanto ser humano.
O engajamento da família juntamente com a escola, melhora o resultado da educação, é necessário comunicação e diálogo. A escola deve mostrar para os pais que para a expectativa deles seja cumprida, é preciso trabalhar juntos, não só na adaptação dos planos de ensino, como também no acompanhamento e suporte do aluno que, tanto em ambiente escolar, quanto em casa, precisa de instrutores e apoiadores para o seu desenvolvimento.


A sua instituição está preparada para essa “nova escola”?
Como você treina os seus colaboradores para atenderem as novas necessidades que os pais buscam?

 

Encontros Educação

Começamos nosso ano com um evento na Casa Educação, em São Paulo, falando sobre estratégias para o entender o aluno ao longo do ano letivo. A Luiza Schuch apresentou um modelo de escola que estuda seu aluno e produz resultados conectados com os desejos dos jovens, mas infelizmente sabemos que não representa o padrão do mercado educacional brasileiro. Na sequência, o Denis Drago esclareceu o que sustenta um colégio conectado com os alunos, e como descobrir os desejos de seus alunos.
A Vecte entende que as escolas podem fazer mais e melhor para entender seus clientes, criar estratégias marketing, capacitar seus colaboradores e, com isso, atrair e fidelizar mais alunos.
No dia 3 de maio continuaremos nosso bate-papo falando sobre a captação de alunos, respondendo:
– Por que a maior parte dos novos alunos vem apenas por indicação de clientes atuais?
 
– Há novas formas para ajudar na divulgação das escolas?
– Como posso controlar o processo de vendas para não perder contatos pelo caminho?
Para participar do evento, envie e-mail para denis.drago@vecteedu.com.br Será um prazer contar com sua presença!
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Fale bem e fale do aluno

Ah, como gostamos de ser elogiados… A forma mais barata e honesta de fazer com que o serviço educacional seja valorizado pelos alunos é tê-los como aliados da escola. E para conquistá-los, é necessário que eles ajam sempre da maneira correta, aliado a valorização do que eles fazem de correto.

Estruturas educacionais tradicionais trabalham apenas com a correção do comportamento e demonstração de conteúdos por parte dos alunos (provas, trabalhos de grupo e notas). Fica de lado a valorização de tudo que ele faz de bom no dia-a-dia, como uma pergunta inteligente, uma sugestão de fonte de pesquisa, um comportamento de solidariedade, uma contribuição para a turma etc.

O reforço desse comportamento cria cascas contra o positivo, já que as referências corretivas são trabalhadas durante a maior parte do tempo. Essas cascas se transformam em espinhos e são devolvidas em forma de imposições, intransigências e intolerância ao diferente.

Mas é preciso não confundir excesso de correção com falta de limites. O limite é necessário e deve ser imposto, desde que venha acompanhado de elogios, quando eles couberem. Nesse sentido, um boletim de um aluno deveria vir recheado de referências corretivas (faltas, quantidade de trabalhos não entregues, notas) e coberto de referências positivas (contribuições para a aprendizagem coletiva, zelo com o material, respeito ao outro etc.).

Falar bem do aluno para ele mesmo melhora sua autoestima e faz com que ele viva mais feliz na escola. Com isso ele fica mais tempo com seus amigos e melhora sua fidelização. Simples, não é?

 

A Vecte ajuda você a criar metodologias para falar bem do aluno! Consulte nossa solução em vecteedu.com.br

3 fatores que fidelizam um aluno

O colégio começa um novo ano letivo acolhendo alunos novos e sentindo falta de alunos que se transferiram. Ao mesmo tempo começa a angústia da possível perda de mais alunos no final do ano letivo. Essa rotatividade é comum, mas não pode ser maior que os casos associados a adequação financeira ou mudança de endereço.

As contas são claras: custa mais caro captar novos alunos do que fidelizar os que já estão matriculados. Além do preço, há o conhecimento do cliente. O serviço educacional possui o caráter único de contato com o cliente, já que temos pelo menos 1.000 horas ao longo de 200 dias letivos em um ano. Mas as dúvidas da gestão persistem: como maximizar nosso resultado de fidelização?

Alguns fatores contribuem para a tomada de decisão da família em continuar no colégio:

 

1 – De quem é a decisão

A decisão de continuar no colégio não é mais exclusivamente dos pais dos alunos. Cada vez mais cedo as crianças contribuem para a escolha do local de estudo. Esse fator precisa ser considerado nas campanhas de manutenção dos alunos.

Isso significa que os colégios devem iniciar já sua estratégia de manter os alunos felizes, estimulados e curiosos. Sob o ponto de vista dos pais, é preciso planejar quais são os pontos de contato entre o colégio e eles, e isso pode influenciar os horários de reuniões, o formato dos comunicados, a linguagem usada etc.

 

2 – Considere as características dos alunos e dos pais

Os atuais alunos do Ensino Básico nasceram em uma época diferente da nossa. O acesso à internet em banda larga, com dispositivos pessoais (smartphones) o tempo todo faz com que eles tenham contato com conteúdos infinitos na palma das mãos. Isso muda a dinâmica em sala de aula.

Ao mesmo tempo os pais também estão conectados. Por motivos profissionais ou pessoais, os pais dos alunos têm acesso a informações muitas vezes antes dos colégios. Os grupos de conversas on-line substituíram o bate-papo na porta no momento do buscar o aluno. O tempo de contato e o volume de informações trocadas entre os pais aumentou e agora é instantâneo. Enquanto isso, a maior parte dos colégios continua se comunicando através de bilhetes, anotações em agendas e circulares em papel.

Essa disparidade pode representar que o colégio não fala a linguagem dos alunos ou dos pais, e isso representa um importante risco na conexão entre o trabalho realizado e a percepção de qualidade do cliente.

 

3 – Feedbacks positivos

Tradicionalmente os feedbacks formais de um colégio sobre o desempenho do aluno são feitos através de anotações em agendas, notas em boletins e em breves conversas em reuniões individuais, que são pontuais ao longo do ano. Se analisarmos esses formatos de retornos, entenderemos que quase nunca eles são associados a um desempenho positivo diário do aluno. Tradicionalmente somamos avanços ou atrasos no desenvolvimento dos alunos e reportamos de uma só vez. Esse método difere do que vivenciamos hoje, onde os conteúdos duram apenas 2 ou 3 rolagens na tela de um smartphone.

A sugestão é trabalhar os feedbacks positivos diariamente, aproximando ainda mais o colégio dos alunos e pais.

 

Na Vecte nós inserimos modelos que ajudam seu colégio a fidelizar mais alunos. Consulte nossa solução em vecteedu.com.br

Por que é difícil abandonar padrões?

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Instituições de ensino são dirigidas em 3 camadas: administrativo, pedagógico e gestão. O desafio é trabalhar com inovação nessas camadas, rompendo padrões estabelecidos pela experiência adquirida no dia-a-dia.

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Talvez o pedagógico seja a área mais fácil para abandonar padrões, afinal de contas uma escola tem muito mais educadores do que administrativos. Em geral, soluções educacionais inovadoras são testadas e seus resultados são publicados em revistas e sites. Quando encontramos uma novidade, buscamos mais informações estudo ou ajuda para implantação.

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A administração é uma atividade rotineira e cíclica: contas a pagar, contas a receber, departamento de pessoal, compras, eventos, manutenção e limpeza ocupam a maior parte do tempo de quem é responsável por fazer com que a máquina funcione. Romper padrões na administração significa entender novas formas de executar as mesmas tarefas, gastando menos tempo e com menos recursos.

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Na gestão o problema é maior. Como os gestores educacionais são formados em padrões administrativos já estabelecidos, dificilmente eles rompem padrões, sejam eles para tratar de problemas e emergências ou para inovar. A rotina de um gestor se confunde com a administração diária da instituição. Muitas vezes ele é a referência para a solução de problemas diários, que ocupam seu tempo e não permitem que se estude reais alternativas para inovar na gestão.

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Para romper com esse status, é preciso que o gestor aceite ajuda externa e abandone padrões de pensamento e execução praticados ao longo dos anos.

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Se a sua escola tem problemas para enxergar novidades na gestão, conte com a Vecte para as conhecer mais inovações.

A importância do professor e seu Major Tom

Em breve começaremos o ano letivo. Mais uma vez a rotina da escola funcionará para acolher alunos, aplacar a ansiedade dos que estão retornando, educar para que eles entendam e sigam as normas, controlar os ímpetos arteiros das crianças, trabalhar conteúdos e estimular a criatividade.

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Cabe a gestão da escola criar as regras, gerenciar a infraestrutura e os recursos, coordenar as ações e controlar os resultados. Fica com o professor a responsabilidade de executar as ações do dia-a-dia. Nele está depositada a confiança do tratamento diário com o aluno e, no fim das contas, o professor é a pessoa que o aluno mais admira na escola (ou pelo menos deveria).

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Imerso em burocracias, regras administrativas e conteúdos que saltam dos livros didáticos, sobra pouco tempo para os professores criarem conexões com os alunos. E são essas conexões que criam a admiração aos curadores de conhecimentos (termo que gosto de usar quando falo de professores).

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Funciona como os curadores de conhecimentos que ficaram em nossas memórias. Eles não eram apenas burocratas de conteúdos e provas, e sim admirados pelo conhecimento e pelos laços que construíram com a gente. Em suas aulas nós viajamos, sentados em nossas carteiras, com o pensamento conectado a sua linha de raciocínio, viajando pelo conhecimento.

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Os que marcaram nossa trajetória na escola nos transformaram em um Major Tom, e precisaram nos chamar para que pousássemos. Mas um real Major Tom não pousa ao final da aula. Ele continua voando em busca de conhecimento e não para nunca.

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Letra da música em inglês e traduzida: Letras.mus.br

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Uma escola que trabalha pela fidelização deve estimular que seu professor seja admirado por alunos e pais, já que ele é o principal elo entre o aluno e a escola.

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Conheça a Vecte e nossas soluções para fidelizar mais alunos.