A importância do professor e seu Major Tom

Em breve começaremos o ano letivo. Mais uma vez a rotina da escola funcionará para acolher alunos, aplacar a ansiedade dos que estão retornando, educar para que eles entendam e sigam as normas, controlar os ímpetos arteiros das crianças, trabalhar conteúdos e estimular a criatividade.

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Cabe a gestão da escola criar as regras, gerenciar a infraestrutura e os recursos, coordenar as ações e controlar os resultados. Fica com o professor a responsabilidade de executar as ações do dia-a-dia. Nele está depositada a confiança do tratamento diário com o aluno e, no fim das contas, o professor é a pessoa que o aluno mais admira na escola (ou pelo menos deveria).

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Imerso em burocracias, regras administrativas e conteúdos que saltam dos livros didáticos, sobra pouco tempo para os professores criarem conexões com os alunos. E são essas conexões que criam a admiração aos curadores de conhecimentos (termo que gosto de usar quando falo de professores).

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Funciona como os curadores de conhecimentos que ficaram em nossas memórias. Eles não eram apenas burocratas de conteúdos e provas, e sim admirados pelo conhecimento e pelos laços que construíram com a gente. Em suas aulas nós viajamos, sentados em nossas carteiras, com o pensamento conectado a sua linha de raciocínio, viajando pelo conhecimento.

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Os que marcaram nossa trajetória na escola nos transformaram em um Major Tom, e precisaram nos chamar para que pousássemos. Mas um real Major Tom não pousa ao final da aula. Ele continua voando em busca de conhecimento e não para nunca.

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Letra da música em inglês e traduzida: Letras.mus.br

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Uma escola que trabalha pela fidelização deve estimular que seu professor seja admirado por alunos e pais, já que ele é o principal elo entre o aluno e a escola.

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Conheça a Vecte e nossas soluções para fidelizar mais alunos.

 

O retrocesso do MEC

Essa é uma carta para os que apoiam o atual Ministro da Educação.

Expresso aqui minha opinião sobre a enrascada que estamos com o Mercadante como Ministro da Educação.

Para introdução, peço que leiam a reportagem: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,mec-estuda-separar-enem-entre-prova-de-certificacao-e-vestibular,10000006759

A reportagem diz claramente que ele quer dividir o ENEM em 2 porque acha injusto que uma prova tão difícil seja usada como certificação do Ensino Médio, mas que ela pode ser usada como vestibular. Na minha interpretação, isso significa que o caminho do ENEM é mascarar o péssimo resultado das escolas públicas, além de reforçar que a entrada nas Universidades públicas será feita prioritariamente através de 2 sistemas: mérito em uma prova difícil (alunos de escolas particulares) e cotas (que não incluem cotas para pobres).

Em prol de apresentar um resultado numericamente maior, provoca-se o retrocesso no sistema de ingresso a Universidades. É o retorno ao vestibular que fizemos na década de 1990.

Na semana passada tive uma longa reunião com o Prof. Frederic Litto. Ele é presidente da Associação Brasileira de Ensino a Distância, professor emérito da faculdade de educação da USP e um dos fundadores da Escola do Futuro (iniciativa da USP para estudo e pesquisa em metodologias educacionais).

Durante a reunião ele apresentou um estudo dele que indica um caminho bem interessante: hoje temos 85% dos professores atuando em escolas públicas no Brasil (Ensino Básico). O problema é que 85% dos novos formandos em licenciatura e Pedagogia estudam em Universidades particulares, que não são obrigadas pelo MEC a fazer pesquisa. As únicas universidades de educação que fazem pesquisa são as públicas. E adivinha onde nascem as inovações educacionais? Nas Universidades públicas. E onde os professores formados poe ela vão trabalhar? Nas escolas particulares. Por quê? Porque as escolas particulares cobram mais inovação e pagam mais.

Esse ciclo vicioso provoca o aumento da disparidade no resultado dos alunos. Se o ENEM for desmembrado, o abismo será coberto com dados fictícios, já que os alunos das escolas particulares não precisarão fazer mais o exame. As escolas públicas serão comparadas com elas mesmas. Será como eleger o mais são do hospício, ou o mais culto do baile funk, ou o saudável da UTI.

O caminho não é esse, maquiando os dados do sistema. É preciso obrigar que os alunos das Universidades públicas paguem pelo seu estudo com estágios obrigatórios em escolas públicas. É preciso ter metas, medir o resultado e cobrar ações (assim como a legislação educacional prevê). É necessário que o professor seja reconhecido e remunerado pelo seu desempenho e não pelo tempo de “trabalho”.

Sugiro que todos apertem o cinto e fiquem de olho na educação do nosso país. O Mercadante é o ministro de número 63 (incluindo os interinos) em 83 anos de história do MEC. Em média um ministro fica 1,4 anos no cargo. Vamos torcer para que o tempo passe rápido.

 

 

4 dicas para trabalhar a fidelização de alunos a partir do 1º dia de aula

Em poucos dias a rotina volta nas escolas: recepção de alunos, aulas, festas, provas, boletins, recuperações, aprovações e reprovações. Esse ritual, que se repete todos os anos, suga o tempo e a energia realizadora dos gestores. O mergulho nesse dia-a-dia pode ser o maior vilão da inovação e da implantação de novas estratégias para fidelizar os alunos.

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Para fugir dessa situação, aqui vão 4 dicas chave para que você aponte o holofote da gestão para a fidelização dos seus alunos.

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1 – Entenda quem são seus alunos

A princípio você pode achar que essa dica é óbvia, e que sua escola já conhece os alunos. Mas será que isso é verdade? Entender é mais profundo do que conhecer. Quando a escola aprofunda o conhecimento de quem são os alunos, o que eles desejam e valorizam, ganhamos a oportunidade de trabalhar em uma camada mais profunda de ações de curto e médio prazos. O entendimento traz mais assertividade nas ações educacionais, nos investimentos em infraestrutura e em direcionamento do atendimento.

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Para entender é preciso fazer pesquisas, envolver os professores e outros profissionais, perguntar e conversar. Os dados devem ser analisados, as respostas categorizadas e os resultados estudados para auxiliar na tomada de decisões ao longo do ano.

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2 – Aproxime-se dos alunos

Uma escola não pode ser pega de surpresa quando um aluno pede transferência. De todas as atividades profissionais, talvez a escola tenha o relacionamento mais intenso com os clientes. São pelo menos 800 horas de contato intenso por ano (4 horas por dia, durante 200 dias letivos). Essa proximidade deve ser usada para mapear os alunos que tem potencial de sair da escola, permitindo que você personalize o atendimento e trabalhe para que ele não evada.

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3 – Entregue inovação

Os alunos são sedentos por novidades, e muitas escolas são avessas a elas. Em geral os gestores decidem por reformas e manutenções programas para os períodos de férias e recesso, o que provoca a entrega de novidades estruturais apenas em 2 momentos ao ano. A dica é concentrar as grandes reformas em momentos de férias, mas diluir as pequenas manutenções e reformas (geralmente pinturas e novos equipamentos). Assim sua escola pode planejar a entrega de pelo menos 1 melhoria por mês.

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4 – Divulgue os resultados

Não basta fazer, é preciso que os alunos e pais saibam o que a escola faz. Invista no planejamento das suas ações de divulgação em mídias físicas, no seu site e nas redes sociais. Como essa é uma estratégia de marketing inovadora, é possível que sua escola precise de ajuda profissional. O investimento vale a pena para quem trabalha com foco nos resultados.

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Sua escola está pronta para começar a fidelizar alunos?

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Fale com a Vecte para entender mais sobre nossa solução para fidelização de alunos.

O embate entre a aprendizagem virtual e a presencial

A educação a distância é uma das mais poderosas opções para a aprendizagem. Convivemos com essa modalidade desde o início do século XX e os resultados são ótimos. Sem a educação a distância o Nelson Mandela não teria estudado direito enquanto estava preso, não teríamos cursos de manutenção de televisões divulgados em revistas em quadrinhos na década de 1980 e não conseguiríamos educar uma grande quantidade de pessoas a datilografar, quando a máquina de escrever foi introduzida nos escritórios no Brasil.

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Durante os últimos anos estamos vivendo uma nova revolução nessa modalidade. A universalização do acesso à internet e os smartphones passaram a colocar uma quantidade incalculável de informações nas mãos de todos. Os mais velhos podem ter mais dificuldades, justamente porque precisaram aprender a usar a tecnologia depois de terem consolidado um modelo de estudo e aprendizagem linear, tradicional, que necessita basicamente de interação pessoal para gerar conhecimento. A geração de nascidos após os anos 2000 pensa de maneira diferente: eles cresceram dentro da internet, vivendo as redes sociais digitais, com smartphones nos bolsos e conhecimento quase ilimitado nas mãos. Eles aprendem o que, quando e onde quer, em formato não necessariamente linear. E o embate começa nessa mudança de pensamento.

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Enquanto a geração anterior pensa em modalidades que se sobrepõe, os mais novos já entenderam que elas se complementam. Para eles não há diferença entre o mundo real e o virtual. E isso muda tudo.

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Ao ler a recente entrevista com Salman Khan, fundador da Khan Academy, para a NPR, percebemos que é preciso quebrar alguns conceitos que formamos sobre a luta entre a educação tradicional e a educação a distância. O repórter questiona ao longo de todo o texto a necessidade de uma modalidade invalidar a outra, e o Salman Khan defende que não há essa necessidade. Aliás, ele afirma que acredita no sucesso de uma educação global, onde as diversas modalidades se complementam, onde não há mais horários para estudo, e sim motivação para aprender.

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Estamos com o Sr. Khan: pensamos a educação de forma global. Aprendemos em todos os lugares e em todos os formatos. Estamos prontos para o desafio!

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Imagem por FreeDigitalPhotos.net

As diversas camadas da interação de um cliente

Quando compramos um produto, ou um serviço, esperamos que a empresa entregue pelo menos o que foi prometido em sua ação de venda, não importa se ela foi realizada em mídia externa (cartazes, TV, rádio, internet, panfletos etc.) ou pelo vendedor no momento do atendimento.

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Ao mesmo tempo, a empresa sempre enxerga esse momento com uma oportunidade para estudar o comportamento do cliente. Mas é possível determinar o comportamento do nosso cliente analisando apenas uma interação?

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Empresas que tem interações leves recebem o cliente esporadicamente. Para esse cliente, a funcionalidade do produto ou serviço basta ele fique satisfeito, mas é necessário que a produto surpreenda para que ele retorne. Não são aceitos efeitos colaterais, não cumprimento de prazos, produtos defeituosos ou inconsistência entre a promessa de venda e a entrega.

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Ao retornar tornar sua compra frequente, o cliente passa a medir também a consistência do produto ou serviço. Para ele, já não basta o produto funcionar, mas sim funcionar sempre igual ou melhor do que na sua experiência anterior.

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Quando o cliente se torna contínuo, somamos mais uma camada na interação do cliente: o atendimento. A entrega de um produto ou serviço contínuo é aceito somente se o atendimento atender ou superar a expectativa do cliente. E é exatamente nessa categoria que estão as escolas.

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Níveis de interação com os clientes

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As escolas recebem os clientes pelo menos 200 dias em um ano, o que totaliza 1.000 horas de interação. Não há maneira de superar as expetativas dos clientes, com investimento acessível, somente com a melhoria da qualidade do serviço entregue com esse nível de interação. A alternativa é manter a constância na qualidade do serviço entregue e superar a expectativa investindo em atendimento. Assim começa a fidelização de clientes.

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Sua escola está pronta para melhorar o atendimento e superar a expectativa dos clientes?

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Pais de ontem X pais de hoje

Nos últimos 30 anos, a pirâmide etária do nosso país está emagrecendo na base e engordando na faixa inicial da população economicamente ativa. Os dados da nossa população indicam que o Brasil é jovem e está em franco crescimento populacional.

Fonte: http://populationpyramid.net/

 

Ao analisar a pirâmide, percebemos alguns fenômenos acontecendo ao mesmo tempo no nosso país:

  • Nascem menos crianças;
  • Temos maior população nas faixas de 10 a 14 anos e de 25 a 29 anos;
  • Morremos mais tarde.

Além dessa análise trazer para a escola a certeza que sua maior possibilidade de crescimento está no Ensino Fundamental II, é preciso entender que a necessidade do pai de hoje é muito diferente do pai do aluno da década de 1980.

Se por um lado os bens de consumo ficaram amis baratos, por outro as contas recorrentes de casa estão cada vez mais presentes. Minimamente a família de classe média somou ao seu orçamento mensal a conta de celular, TV a cabo, internet rápida, parcela do automóvel, viagens programadas e outras. A facilidade e diversificação do consumo leva ao maior comprometimento do orçamento mensal, e ao adiamento do nascimento de filhos.

Segundo o IBGE, em 2004, 21% da população entre 25 e 34 anos moravam com os pais. Em 2014, a parcela aumentou para 24,3%. O adiamento da saída de casa é o retrato de uma geração que planeja mais o nascimento do seu filho, decide investir mais em educação e trabalho e está conectada em dispositivos eletrônicos.

Quando decidem sair de casa, constituir família e ter filhos, essa geração carrega hábitos adquiridos quando estavam na casa dos pais. Isso quer dizer que eles esperam que seus filhos sejam tratados como eles foram: a ordem é conexão, conforto e harmonia. Tudo isso sem perder o conforto e o status.

Você já avaliou como sua escola se conecta com os pais? Eles são tratados hoje assim como os pais de década de 1980 eram tratados?

 

Fale com a Vecte para entender mais soluções de conexão para atrair e fidelizar mais clientes.

A importância de uma escola conectada com as redes sociais

Nossos clientes estão conectados 24 horas por dia em redes sociais. Basta ter um smartphone que ele empurra nossas perguntas e conexões para o mundo virtual. E as escolas sabem disso. A prova é que 100% delas está nas redes sociais, seja por iniciativa própria ou por impulso de publicação dos seus clientes, sejam eles alunos, pais ou parentes.

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O perfil dos responsáveis está mudando. Se no início do século lutávamos para entender um aluno mais digital, hoje temos pais tão conectados quanto as crianças. Os dispositivos eletrônicos estão nas mãos de quem estuda e quem paga pela educação, e as escolas precisam entrar em um novo ciclo de aprendizado: como entender essa nova comunicação com os pais?

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Uma breve comparação entre os comportamentos indica que estamos vivendo essa mudança. Se antes tínhamos preocupação ao encontrar mães conversando na porta da escola, já que sabíamos o que estavam falando, hoje essas mães conversam em grupos fechados no Facebook ou WhatsApp. O controle está mais distante e menos pessoal.

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BROOKLINE, MA – SEPTEMBER 15: Crowd cheers as actors arrive at the premier of the movie Black Mass at the Coolidge Corner Theater in Brookline, Mass. Sept. 15, 2015. (Photo by John Blanding/The Boston Globe via Getty Images)

Perceba que a única pessoa que está realmente
assistindo ao evento não pertence ao seu grupo de pais.

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Resta a para a escola ter certeza do que faz e do que publica. Mas até onde publicamos o que é correto?

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Por ser uma mídia nova, é muito importante consultar sempre um especialista para avaliar o que sua Instituição de Ensino faz e como ela deve ser divulgada on-line. Conteúdo, simplicidade e periodicidade são temas a serem estudados antes de embarcarmos nas redes sociais.

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Se o conteúdo é fundamental, o formato não é diferente. Nossos clientes são cada vez mais críticos com o design e não podemos descuidar da qualidade das fotos, filmes e aplicações da logomarca.

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Para cumprir todo esse aprendizado é necessário que a escola estude, aplique e seja acompanhada por quem é especialista na área. Conte com a Vecte para a sua consolidação nas redes sociais.

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Reforçando a imagem com seu cliente

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Uma escola não vive somente de um tipo de cliente. Ao educar os alunos, as Instituições de Ensino precisam atender seus pais, avós e outros parentes próximos. Todos são clientes, mesmo que não participem da escola diariamente. E aqui começa o primeiro problema: como atender públicos com interesses tão distintos em um mesmo espaço?

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Podemos começar entendendo como nosso cliente percebe a escola. Pergunte para ele (alunos, pais e parentes) o que eles acham da escola, o que falta, o que eles gostam e o que ele gostaria que acontecesse no futuro.

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A pesquisa também pode mostrar quem é o cliente: onde ele trabalha, o que gosta de fazer, como ele se relaciona com a tecnologia, com que grupo social ele se identifica e como ele consome inovação. Essas pistas podem dizer para você que tipo de escola cada estilo de cliente quer.

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O próximo passo é analisar as respostas e levar em conta as opiniões dos clientes para ajudar na tomada de decisões. Mas isso deve acontecer com cuidado, para que os valores e as certezas educacionais da escola não sejam deixados para trás.

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O último desafio é influenciar positivamente seus clientes para indicarem sua escola. Isso acontece quando você reforça os pontos positivos e apresenta as soluções implantadas que vieram das sugestões dos próprios clientes.

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Com a melhoria do trabalho para os clientes que você já atende, há uma grande chance de você aumentar o tempo de permanência deles na sua Instituição. É importante lembrar que a cada decisão de renovação de matrícula, a escola ganha mais 1 ano de permanência do cliente, e cada cliente satisfeito serve de referência para que sua Instituição conquiste mais clientes.

 

Quer conhecer mais sobre seu cliente? A Vecte pode ajudar sua escola!

Os concorrentes em ação

Quem é seu concorrente?

A gestão da Instituição de Ensino costuma entender que concorrentes são escolas para onde vão os alunos, quando eles decidem interromper seu relacionamento antes do final do seu ciclo educacional. Para buscar essa resposta, as estratégias adotadas são formulários de solicitação de transferência ou pesquisas realizadas pós saída. A análise dos dados coletados quase sempre apresenta um quadro óbvio: não conseguimos atender tudo que nossos clientes querem, já que eles migraram para um nicho de mercado que não atendo.

O mercado vive assim, de nichos. E esses nichos estão cada vez mais recortados, especializados e, consequentemente, menores. Sua Instituição de Ensino também atende um nicho bem definido, que é composto pela sua localização, proposta pedagógica, infraestrutura, qualidade e estilo de atendimento, formação profissional, inovação, modernidade, tradição, preço e outros fatores inerentes ao mercado educacional.

Ao atender um nicho de mercado, você atende perfeitamente um grupo de clientes que valoriza todos os diferenciais que você entrega, mas também a uma parcela de clientes que valoriza alguns diferenciais que são exclusivos do seu concorrente. Quando esses diferenciais são colocados na balança, o cliente decide sempre para o lado que lhe convém. E isso é ótimo para as escolas!

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Sobreposição de diferenciais

 

Em um mercado repleto de tradições, o acirramento da concorrência leva as escolas a buscarem melhorar sua gestão e qualidade pedagógica. O setor, os clientes e, sobretudo os alunos, ganham.

Mas quem é seu concorrente?

Para responder essa pergunta, faça uma lista de seus principais diferenciais, outra lista com os principais diferenciais de seus concorrentes (geográficos, pedagógicos, de infraestrutura e outros) e cruze os dados. Você chegará a conclusão que tem mais concorrentes que imaginava. E, ao conhece-los, você poderá se diferenciar ainda mais, conquistando e fidelizando mais alunos.

 

O início de uma nova metodologia para captação de alunos

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Todo projeto educacional desenvolvido e implantado por uma escola passa se assemelha ao ciclo PDCA de gestão de empresas: Plan (planejar), Do (fazer), Check (verificar), Act (corrigir). Antes de iniciar um novo projeto, o educador planeja e elabora os conteúdos, depois executa com os alunos, verifica se todos aprenderam e se o projeto atendeu as expectativas e, finalmente, promove os ajustes necessários para aplicá-lo novamente no futuro.

Quando abordamos a captação de alunos, o princípio não pode ser diferente. Para começar, é preciso planejar o período de atração de novos clientes com o mesmo cuidado que se desenvolve a proposta pedagógica. Mas por onde iniciar esse planejamento? Deixamos aqui algumas perguntas que podem ajudar a escola a começar seu planejamento:

 

– Escreva com palavras simples como você enxerga sua escola em 5 anos: área, infraestrutura, equipamentos e, principalmente, como você gostaria que ela fosse reconhecida.

– Registre sua missão, visão e valores e compare com sua resposta da pergunta anterior.

– Nos últimos dois anos, quais foram os pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças da sua escola?

– Quais foram as ações de marketing que você desenvolveu na sua escola nos últimos 2 anos?

– Que ações de marketing você gostaria de ter realizado, mas por algum motivo, não foi possível fazê-las.

 

Com suas respostas em mãos, está na hora de você analisar seu público interno e entender se ele realmente acessa as mídias utilizadas pela escola para divulgar seu trabalho. Essa comparação levará você a criticar positivamente seu trabalho interno e buscar novas formas de atrair e fidelizar alunos.