A bola que faz o bem

O texto de hoje, publicado aqui, fala sobre um excelente projeto social inteligente. Ele faz o bem para quem recebe e para quem compra.

Vale a pena conhecer:

Um projeto que vale a pena.

 

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A diferença entre crescer muito e crescer o suficiente

Qual o sinônimo de sucesso, crescer muito ou crescer o suficiente?

Crescer muito quase sempre significa assumir riscos e ficar a beira de um processo de fusão ou aquisição. Quando perde-se o controle, o processo pode deixar com que a empresa saia do controle da família e seja desviada de seu rumo por um novo grupo controlador. Esse risco é assumido pelos empresários que decidem vender seus negócios. Essa foi a escolha recente do grupo Multi, mas não foi a escolha do Snapchat.

Crescer o suficiente pode significar que o empresário encontrou o limite para onde quer levar sua empresa. Para os executivos mais ansiosos, esse limite é sempre curto. Quase sempre eles enxergam que há mercado e dá pra crescer, independente das crenças da empresa. Alguns empresários decidem continuar pequenos, médios ou grandes, desde que tenham as empresas do grupo sob seu controle.

Essa decisão afasta compradores e a entrada do dinheiro imediato, fruto da venda da empresa. Ao mesmo tempo resguarda o controle da organização na família.

O exemplo da Ferrero é emblemático. Uma empresa italiana fundada em 1942, familiar e de capital fechado, uma das maiores produtoras de chocolates do mundo, que tem a família mais rica da Itália, resiste a venda da empresa e planeja crescer. O crescimento será no seu ritmo, ditado pela 3a. geração da família.

Leia a reportagem do Wall Street Journal (em português) e entenda mais sobre as decisões da família.

ferrero

De onde vem um financiamento educacional?

Sempre que cobramos uma educação de qualidade no Brasil, pensamos em um sistema onde o financiamento pleno deve vir do governo.
Em outros países, culturalmente o financiamento é tratado de maneiras diferentes. Não estou dizendo que os outros sistemas são melhores ou piores, apenas são diferentes, e mostram resultados melhores.
O sistema tributário americano impõe que o maior imposto que um cidadão paga é o da herança, que chega a 60% do valor total dos bens (incluindo ações de empresas, dinheiro no banco, imóveis e outros). Esse sistema apresenta alternativas como a abertura de fundações (o que o Bill Gates fez), doações para Universidades (há dedução direta de impostos) e outros.
A notícia no link  é sobre a morte do Amar Bose, o criado da marca Bose. Seguramente um dos melhores auto-falantes do mundo.
Legal perceber de onde vem o financiamento de algumas universidades.
bose

Depender demais não é saudável

Sabemos que depender demais de qualquer coisa, ou qualquer um, não é saudável. O assunto fica ainda mais complicado quando nossa empresa depende de um fornecedor que também é nosso concorrente. Para o mercado varejista, é como se o franqueador abrisse uma loja ao lado do franqueado. Para o mercado educacional, é como ter uma escola dentro de uma fábrica (se ela fechar, acabou a escola).

No mercado de tecnologia encontramos uma dependência difícil de entender. Como a Apple se tornou dependente da Samsung, sua maior rival no mercado de telefonia?

O Wall Street Journal tenta explicar no artigo que pode ser lido aqui, mas eu tenho minha opinião:

Para crescer, a Apple focou apenas em inovação, sem se preocupar com o processo fabril. O Steve Jobs tinha certeza que seus contratos sempre protegeriam a Apple, e que seu processo de inovação sempre os levaria para a vanguarda da tecnologia. Qualquer lançamento posterior seria invalidado pelo seu pioneirismo. O problema é que essa estratégia estava focada em um gênio (o próprio Steve Jobs), e com sua partida, ficou mais difícil inovar. Em pouco tempo o Google se aproximou em tecnologia e usabilidade, e a Samsung em qualidade dos dispositivos.

E agora, que caminho seguir?

Continuaremos vendo essa disputa no dia-a-dia, nos beneficiando de bons produtos e aumento da concorrência.

 

samsumg-apple

Um nova solução para a gestão de Instituições de Ensino

O projeto Escola de Gestão acaba de ganhar mais peso no desenvolvimento de Instituições de Ensino. A experiência acumulada em mais de 20 anos de trabalho em colégios, escolas técnicas, cursos extraclasse e Universidades trouxeram novo fôlego para atender um setor carente de profissionalização.

Desde 1989 atendi:

  • 24 Colégios
  • 2 Universidades
  • 6 Secretarias Municipais de Educação
  • 1 Secretaria de Estado de Educação
  • 2 Projetos educacionais extraclasse
  • 2 Redes de cursos de inglês

Foram projetos desenvolvidos em 26 cidades, localizadas em 12 estados, atingindo mais de 93 mil alunos.

A nova fase inclui a customização do projeto para caber na agenda e no bolso de colégios que contam com menos de 400 alunos. A batalha será pela sua profissionalização e conquista mais alunos.

Entre em contato através do e-mail denis@denisdrago.com para conhecer mais detalhes dessa ação.