Até logo Pininfarina

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Depois de escrever sobre usabilidade (leia aqui), fiquei muito triste ao saber que na noite do dia 2 de julho morreu um dos pais do Design moderno, Sergio Pininfarina. Ele foi o criador de modelos cultuados, e um visionário do design.

Transcrevo abaixo o resumo de sua carreira (texto do Jalopnik):

Nascido em 1926, em Turim, Sergio começou sua carreira em 1950, depois de terminar os estudos na Escola Politécnica de Turim e passar a ocupar uma cadeira no estúdio do pai. Entre suas criações destacam-se o Fiat 124 Spider, a Ferrari Testarossa, o Peugeot 406 Coupé, o Alfa Romeo 164, e nossa amada Ferrari P4/5 Competizione de Jim Glickenhaus.

A partir de 1960, Sergio passou a ocupar o cargo de gerente geral. No ano seguinte tornou-se diretor, e em 1966, após a morte de seu pai, foi nomeado o novo presidente da Carrozzeria Pininfarina.

(leia mais aqui)

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Experiência com a marca

Marca é um dos ativos mais difíceis de se medir em uma empresa. Fatores internos e externos influenciam o valor da marca diariamente. Um funcionário insatisfeito, um rumor de mercado sobre sua responsabilidade social, uma prova que a empresa atende mal ou uma promessa não cumprida podem derrubar o valor da marca. Ao mesmo tempo, ações concretas de respeito ao meio ambiente, inovação constante, conteúdo relevante e marketing de relacionamento levantam a moral e o valor da marca.

O problema é que uma empresa quase nunca consegue equilibrar a gangorra. A solução é criar ações de marketing que justifiquem o valor da marca, que muitas vezes está ligada a sua inovação. E isso a Nike faz com primor. Ela é mais uma empresa que aposta na conexão com os consumidores, na experiência presencial, olho no olho. E quando ela conseque conectar isso aos garotos propaganda, o caminho parece sem volta.

A inovação da vez é a sua barbearia, que já está funcionando em Madri, Milão, Paris, Moscou, Cidade do México e Buenos Aires. Você pode cortar seu cabelo de graça, escutar boa música e jogar um videogame.

Boa pedida!

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(vi no Box1824)

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O valor de uma boa ideia

Empresas que escutam os funcionários geralmente ganham mais. Usei o termo “geralmente” porque isso depende da disponibilidade da audição. Se o programa foi criado para atender uma necessidade de gestão, com foco específico de economia de custos, inovação ou melhoria de processos, tudo indica que as ideias serão aproveitadas. Caso o programa precise atender as necessidades de apenas uma área da empresa, e essa não se comunicar com outra, as ideias estão fadadas ao ostracismo.

Há histórias clássicas de projetos bem sucedidos que foram feitos com as opiniões de funcionários, como a colocação de ventiladores no final da linha de embalagem para que as caixas vazias voem, ou o redesenho de pequenas peças de uma máquina para melhorar o processo de produção. O interessante é pensar que empresas clássicas demoram muitos anos para perceber o valor das ideias de seus funcionários.

A Boeing descobriu a pouco tempo. Leia a boa reportagem do Wall Street Journal sobre as inovações implantadas na fábrica da Boeing e perceba como ações simples podem trazer benefícios para uma empresa:

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Empresas são fonte de ideias da Boeing

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Máquinas perfeitas para o varejo

Desde criança escuto que o homem será substituído pela máquina, mas sempre desconfiei dessa afirmação. Continuo forte com minhas convicções de que nossa capacidade de atendimento e improvisação é insubstituível, mas cada dia que passa a tecnologia ajuda a criar produtos que facilitam nosso dia-a-dia.

Em minhas viagens gostaria de ter tido a oportunidade de esbarrar com máquinas como essa. Aliás, vi uma em funcionamento nos EUA para venda de cosméticos. A novidade para mim é a pizza. Essa solução cairia muito bem nos péssimos aeroportos brasileiros. Pelo menos você poderia comprar comida a qualquer hora do dia.

Vejam os vídeos abaixo para entender o que a Smart4Retail criou.

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Let’s Pizza

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Smartpoint

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Shop2Go

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Textos que gostaria de ter escrito

O artigo sobre Responsabilidade Social Corporativa publicado pelo Knowledge Wharton, e distribuído em português pela Universia, é uma aula do que precisamos levar para a Rio+20 e demais fóruns de debates sobre meio ambiente. Na minha opinião não há respeito ao meio ambiente sem que as relações sociais sejam levadas a sério.

Escrevi aqui sobre os casos da Nike, Zara e Apple, que representam empresas que não levam a sério sua responsabilidade social corporativa.

Não deixe de ler o artigo. É longo mas vale a pena.

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