Muito mais do que um novo logo

Uma logo marca indica a identidade de uma empresa. Funciona como a reputação que conquistamos no mundo através das nossas ações no dia-a-dia do trabalho, na nossa roda de amigos, na nossa família e nas redes sociais. Mais do que a imagem da empresa, um logo indica o que ela acredita, faz, inspira. Empresas tradicionais mantém seus logos sendo modernizados, com leves retoques representativos da época onde estamos. Mas algumas resolvem romper com o tradicionalismo e propõe uma nova interpretação do seu fazer.

O interessante desse caso é que a ruptura acontece em uma empresa que precisa romper com o tradicional. A Universidade da Califórnia refez seu logo, que passa a representar melhor o eles fazem. O vídeo, muito bem feito por sinal, apresenta o que eles querem inspirar com sua nova marca.

Aperte o play e rompa com o tradicional!

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O que vale é a metodologia

Muitas vezes encontramos escolas e universidades que se preocupam em oferecer a mais moderna tecnologia de ensino para seus alunos, mas se esquecem que os professores devem continuam sendo os orientadores da aprendizagem. Computadores, notebooks, tablets e smartfones invadem nosso dia a dia e as herméticas estruturas de gestão educacional traduzem que comprando os apetrechos tecnológicos se libertarão da imagem de aprendizagem arcaica representada pela estrutura da sua sala de aula.

Exemplos como o abaixo são cada vez mais comuns:

O que difere essa sala de aula de uma sem os computadores? Eu aposto que é o gasto de energia elétrica.

Em uma escola onde o pensamento tradicional invade o ambiente escolar, onde não há criatividade para o uso das novas tecnologias e onde as soluções são compradas, e não criadas, o exemplo acima tem tudo para se repetir.

Em 1994 eu montei meu primeiro laboratório de informática em um colégio. Os computadores eram potentes PC AT, que rodavam Windows ligados através de uma rede Novell que não necessitava de servidor dedicado. O objetivo educacional era ensinar o que era hardware, como se ligava ou desligava um computador, como usar Word e Power Point e, quando funcionava, fazer rodar uma revista Neo Interativa no único tocador de CD, com extremos 4 x de velocidade. Naquela época as famílias não tinham computadores em casa e uma escola que proporcionava essa inovação tinha pontos ganhos por parte das famílias e alunos.

Apesar da inovação o projeto se assemelha aos de grande tecnologia de hoje. Os professores não foram capacitados e os computadores ficavam restritos a uma sala batizada de laboratório de informática. Ainda hoje encontro escolas onde alguns professores abnegados levam essas tecnologias para a sala de aula porque querem. Outros são levados por projetos comprados e alguns são resistentes ao uso de tecnologia maior do que uma caneta em um quadro branco.

Mas a tecnologia em sala de aula não pode ser traduzida apenas pelo uso do computador. Há outras tão ou mais interessantes, como os jogos personalizados, as experiências físicas e matemáticas, o Lego Education (http://education.lego.com).

Minha defesa não é pela abolição do uso da tecnologia em sala e aula, mas pelo estímulo para que o professor participe da criação do processo. Ele deve ser o autor da metodologia, mesmo que ela seja simples e rudimentar.

O exemplo está abaixo. Veja o texto resumo e assista a palestra de 6 minutos. Caso você tenha curiosidade, visite seu curso e navegue pelos tópicos. Pode ser que você não vá ensinar Inteligência Artificial, mas compreenderá que uma boa metodologia vale mais do que dezenas de tablets bonitos.

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O No outono de 2011 Peter Norvig juntamente com Sebastian Thrun lecionavam sobre inteligência artificial para 175 alunos de ensino regular em Stanford — e para mais de 100.000 à distância via internet. Ele compartilha o que aprendeu sobre lecionar para uma turma global.

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Para saber mais sobre o projeto do Peter Norvig, acesse seu site: https://www.ai-class.com/

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Brincadeira para aprender

Uma das brincadeiras mais intrigantes para mim é o avião de papel. Desde criança me entretenho com a folha de papel, que pode voar, se dobrada e transformada em avião de papel, ou cair, se amassada e transformada em bola. De uma única fonte podemos ter usos diferentes, sem precisar rasgar, cortar ou colar apetrechos.

Nas aulas de física consegui entender o princípio  aerodinâmica e comparar com o formato da asa do avião de papel, ou de um carro de corrida. O equilíbrio perfeito está no formato da asa, na velocidade e em qual efeito queremos produzir. Um bom exemplo é a diferença entre o aerofólio de um Fórmula Indy que corre em circuitos de rua e em circuitos ovais. No primeiro precisa-se de controle para fazer curvas fechadas e manter o carro colado no chão em acelerações rápidas, enquanto em circuitos ovais busca-se apenas a velocidade.

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O legal é perceber que os aviões de papel passaram a ser coisa séria, com campeonatos e estudos científicos para provar que determinada dobradura traz mais estabilidade ou velocidade ao artefato. E o mais legal é ver como esse conceito foi levado para as escolas.

Veja o site do The Paper Airplane Guy, que tem um material bem legal sobre aviões de papel, dobraduras, vídeos e textos, e depois leia sua entrevista para o Makezine, um belo site para quem produz materiais ideias.

Depois disso saia produzindo aviões de papel e distribua mensagens positivas!

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Os perigos da escola

Passei longos anos da minha vida pensando em formas mais inteligentes e econômicas para proteger crianças em colégios. Pesquisa de novos materiais, investimento em produtos de limpeza mais eficientes e menos tóxicos, reformas e construções planejadas para diminuir riscos de acidentes, treinamentos para professores e auxiliares, proteção em quinas e pisos especiais etc.

Todos que trabalham em escolas ou tem filhos pequenos sabem do que estou falando. Nossas casas ganham travas para gavetas, espumas nas quinas e chaves em portas e armários. Isso sem falar sobre brincadeiras proibidas, como com fogo, facas e ferramentas.

Descobri alguém que pensa ao contrário e que, de certa parte, me convenceu. Aqui está o Gever Tulley, fundador da Tinkering School, e suas apresentações no TED. Vejam os dois videos para entender o que faz essa incrível escola. Depois, repensem a proteção dos seus filhos e alunos.

A escola mais perigosa é a cerceia a liberdade de pensamento, criatividade e ação de seus alunos.

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PS: Estou em busca de um sócio visionário para algo assim, livre, incomum. Algo como uma criança ou um adolescente gostam.

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Vi no Brasil 247.

Escola de Gestão

Um dos trabalhos que mais realizei foi o de formação de gestores educacionais. Usei muitos canais para isso: cursos de pós-graduação em EAD, consultorias, cursos presenciais, gestão direta de Instituições de Ensino e outros.

Um dos modelos que mais gosto de trabalhar é com a visão completa da gestão da Instituição de Ensino. Para dar maior visibilidade a esse trabalho, criei uma nova página nesse site (veja aqui) com a descrição completa da proposta, metodologia e investimento. Tudo de maneira clara e transparente.

Veja abaixo os temas dos encontros presenciais e fóruns propostos, estude a proposta e adote essa solução na sua Instituição de Ensino.

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Gestão Financeira sem Complicações

No próximo dia 25 de abril realizarei em São Paulo, em parceria com a DMC Consultoria, um curso sobre Gestão Financeira sem Complicações. O principal objetivo é começar a preparar as Instituições de Ensino para 2013.

Veja abaixo os principais destaques do programa:

  • O que é Gestão Financeira e como ela se aplica em uma escola, não importando quantos alunos ela tenha;
  • Quais são os mitos em se trabalhar a Gestão Financeira em uma escola?;
  • Como tratar a Gestão Financeira com sua equipe, com linguagem simples e prática;
  • Como a Gestão Financeira pode trabalhar a favor do Pedagógico?;
  • Comece a elaborar seu orçamento de 2013 e prepare-se melhor para o futuro;
  • O Fluxo de Caixa como aliado;
  • Avalie o desempenho da sua escola e entenda onde estão os desvios;
  • Como compartilhar resultados com sua equipe?;
  • O que é importante saber para que apenas as informações relevantes sejam compartilhadas?;
  • Controle, avalie e alimente do seu orçamento de 2013.

Não perca a oportunidade de se preparar com antecedência para o próximo ano e evite surpresas desagradáveis no seu orçamento.

Para se inscrever no curso clique aqui.

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