3 fatores que fidelizam um aluno

O colégio começa um novo ano letivo acolhendo alunos novos e sentindo falta de alunos que se transferiram. Ao mesmo tempo começa a angústia da possível perda de mais alunos no final do ano letivo. Essa rotatividade é comum, mas não pode ser maior que os casos associados a adequação financeira ou mudança de endereço.

As contas são claras: custa mais caro captar novos alunos do que fidelizar os que já estão matriculados. Além do preço, há o conhecimento do cliente. O serviço educacional possui o caráter único de contato com o cliente, já que temos pelo menos 1.000 horas ao longo de 200 dias letivos em um ano. Mas as dúvidas da gestão persistem: como maximizar nosso resultado de fidelização?

Alguns fatores contribuem para a tomada de decisão da família em continuar no colégio:

 

1 – De quem é a decisão

A decisão de continuar no colégio não é mais exclusivamente dos pais dos alunos. Cada vez mais cedo as crianças contribuem para a escolha do local de estudo. Esse fator precisa ser considerado nas campanhas de manutenção dos alunos.

Isso significa que os colégios devem iniciar já sua estratégia de manter os alunos felizes, estimulados e curiosos. Sob o ponto de vista dos pais, é preciso planejar quais são os pontos de contato entre o colégio e eles, e isso pode influenciar os horários de reuniões, o formato dos comunicados, a linguagem usada etc.

 

2 – Considere as características dos alunos e dos pais

Os atuais alunos do Ensino Básico nasceram em uma época diferente da nossa. O acesso à internet em banda larga, com dispositivos pessoais (smartphones) o tempo todo faz com que eles tenham contato com conteúdos infinitos na palma das mãos. Isso muda a dinâmica em sala de aula.

Ao mesmo tempo os pais também estão conectados. Por motivos profissionais ou pessoais, os pais dos alunos têm acesso a informações muitas vezes antes dos colégios. Os grupos de conversas on-line substituíram o bate-papo na porta no momento do buscar o aluno. O tempo de contato e o volume de informações trocadas entre os pais aumentou e agora é instantâneo. Enquanto isso, a maior parte dos colégios continua se comunicando através de bilhetes, anotações em agendas e circulares em papel.

Essa disparidade pode representar que o colégio não fala a linguagem dos alunos ou dos pais, e isso representa um importante risco na conexão entre o trabalho realizado e a percepção de qualidade do cliente.

 

3 – Feedbacks positivos

Tradicionalmente os feedbacks formais de um colégio sobre o desempenho do aluno são feitos através de anotações em agendas, notas em boletins e em breves conversas em reuniões individuais, que são pontuais ao longo do ano. Se analisarmos esses formatos de retornos, entenderemos que quase nunca eles são associados a um desempenho positivo diário do aluno. Tradicionalmente somamos avanços ou atrasos no desenvolvimento dos alunos e reportamos de uma só vez. Esse método difere do que vivenciamos hoje, onde os conteúdos duram apenas 2 ou 3 rolagens na tela de um smartphone.

A sugestão é trabalhar os feedbacks positivos diariamente, aproximando ainda mais o colégio dos alunos e pais.

 

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